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07/10: Bootie Beer



Foi lançada nos Estados Unidos a Bootie Beer. "Bootie", nos EUA, é gíria para a bunda feminina.

A empresa espera competir com as grandes como a Budweiser e a Miller, e prometem que em breve a Bootie poderá ser encontrada nos locais onde se vendem as concorrentes. Isso se os respectivos donos não se ofenderem com o nome da cerveja, obviamente.

Por enquanto a cerveja será vendida na região de Boston, onde enfrenta forte concorrência das microcervejarias locais, mas seus fabricantes planejam alcançar o país inteiro em até 2 anos.

Fonte: VOX NEWS.

06/10: Devassas

Minha vida ultimamente tem sido muito boa. A cada dia, novas descobertas, novas paixões. Catarinenses, gaúchas, paulistas, tenho me deliciado com todas, e elas têm me levado à loucura. Mas nunca me satisfaço, estou sempre a procura de mais.

Dias desse, fui conhecer um novo bar, em Florianópolis. E elas estavam lá. Uma loira, uma ruiva e uma negra. Chamavam a atenção, com certeza, mesmo estando o bar cheio, com várias turistas estrangeiras, inclusive.

Mal sentei, e elas começaram a flertar comigo. As três. Obviamente não resisti, e entrei no jogo. Pedi que o garçon convidasse a ruiva a se sentar comigo. Ela veio. Sedutora, apaixonante, me deixou completamente perdido, dominado. Em seguida veio a negra. De forte personalidade, e muito sensual. Por fim, a Loira, gostosa como poucas.

Me deliciei com as três. Espirituosas, se divertiram comigo, sem se procupar com o dia seguinte. Realmente eram tudo o que eu havia ouvido falar sobre ela. Deliciosas. Devassas.

Minha vida continua muito boa. Novas descobertas, novas paixões. Mas não vejo a hora de encontrar uma Devassa novamente.


01/10: Cervejas IV – Importadas

Além das excelentes opções oferecidas pelas microcervejarias nacionais, pode-se também encontrar excelentes alternativas entre as importadas, principalmente se o preço não for problema.

Na ocasião da abertura do mercado, ocorrida no governo Collor, centenas de marcas de cervejas importadas apareceram nos supermercados. Tantas latinhas e marcas diferentes, que era praticamente impossível ao consumidor comum acertar na escolha.

Para piorar, a grande maioria das cervejas importadas era de grandes produtores, ou seja, leves e insossas como a maioria das nacionais. Por isso, combinando o sabor similar, ao preço mais caro, devido ao transporte e aos impostos, o brasileiro médio continuou a beber cerveja nacional, e as importadas praticamente desapareceram dos supermercados.

Porém, muitos bares e restaurantes, comprometidos com a qualidade dos produtos oferecidos, aproveitaram a ocasião para enriquecer seu cardápio com uma ótima seleção de cervejas. Bares como o Frangó, de São Paulo, possuem uma “carta” de cervejas maior que carta de vinhos de muitos restaurantes por aí.

Dentre as importadas, posso destacar a irlandesa Guinness, a cerveja mais famosa do mundo e praticamente sinônimo de cerveja Stout, e a alemã Erdinger, que foi a primeira cerveja do tipo Weiss que bebi. Muitas outras opções podem ser encontradas, como as alemãs Warsteiner e Paulaner, as inglesas Spitfire Bitter e Newcastle Brown Ale, e várias Belgas.

Ah, se você conseguir encontrar, também recomendo as neo-zelandesas Speights e Monteiths, especificamente a Speights Old Dark e a Monteiths Celtic Red, que foram as duas que provei e aprovei.

As importadas são uma boa opção para quem gosta de variar sempre, porém sem perder a qualidade.