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28/06: A história se lembra de quem joga bonito!

Os Magníficos Magiares, capitaneados por Ferenc Puskas, o "Pelé antes de Pelé", e com o artilheiro Kocsis, fizeram história na primeira metade da década de 50. Em 1953, enfiaram 6X3 na Inglaterra em Wembley, feito impensável até então.

Em 1954 chegaram à Copa do Mundo com fama de imbatíveis, pois estavam invictos desde 1950. Meteram 9X0 na Coréia do Sul, e 8X3 na Alemanha Ocidental. Disputaram a "batalha de Berna" com o Brasil nas quartas, e venceram por 4X2, mesmo placar das semi-finais, quando quebraram a invencibilidade do Uruguai em Copas do Mundo.

Depois dessas duas partidas duríssimas, perderam a final para a mesma Alemanha Ocidental, na maior zebra em finais de Copa até o momento.

O Carrossel Holandês, capitaneado por Johann Cruyff, encantou o mundo em 1974, com um futebol envolvente e inovador, chamado de "futebol total". Venceu as três potências sul-americanas da época: Uruguai, Argentina e Brasil, então defendendo o título, e chegou à final contra os donos da casa, novamente a Alemanha Ocidental.

Na final, fizerem o gol logo de início. O primeiro jogador alemão a tocar na bola foi o goleiro Sepp Maier, que foi buscar no fundo das redes o pênalti cobrado por Cruyff. Mas novamente a Alemanha Ocidental virou e venceu a final contra um adversário considerado favorito.

Em 1982, na Espanha, duas equipes encantaram o mundo. A França, de Michael Platini, fez sua melhor campanha desde 1958, e perdendo nas semi-finais para, novamente, a Alemanha Ocidental, após uma partida histórica, que acabou empatada em 1X1 no tempo regulamentar, a França abriu 3X1 na prorrogação, e a Alemanha foi buscar o empate, ainda na prorrogação, ganhando moral para a decisão por penalidades.

E o Brasil, de Zico, Socrates, Falcão e Cereso, encantou o mundo, e foi considerado por todos o grande favorito ao título, até se deparar com a Itália de Paolo Rossi, que acordou justamente naquela partida, para marcar três vezes e mandar a Seleção Canarinho para casa.

Milhares torcedores de todo o mundo lamentam essas derrotas, e esses grandes times são sempre lembrados, principalmente a cada quatro anos, quando uma nova Copa do Mundo acontece. E o Parreira tem a coragem de dizer que a história só se lembra dos vencedores?


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po, tou fora de futebol...
só quero saber uma coisa:
experimentou a Brahma da Copa, com latinha diferenciada?
Putz, achei um ESPETÁCULO de cerveja!
:>)

se escrever algo sobre ela me avisa.
28/06 12:14:06
Oi Biajoni. Sobre a Brahma Bier eu escrevi apenas um comentário nesse post: http://ricardo.antunesdacos...

Eu achei boa, mas ela não me encantou tanto assim. Tenho alguns amigos que gostaram bastante. Talvez eu deva dar outra chance pra Brahma Bier, antes que a Copa acabe. :-)
28/06 13:05:00
Ao perdedor, as batatas...
30/06 11:01:47

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